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O passado deixa sombras. Lembramos bastante nesta temporada de ídolos das vitórias que nos marcaram. Alex Ferguson virou reza nos momentos de fraqueza de Loui van Gaal. Paul Scholes foi sonhado a cada desgraça ultrapassando nosso meio campo. Porém, apesar de icônicos e magistrais, eles também receberam sombras de outros grandes, e assim, vamos, sucessivamente numa cadeia eterna. Quem hoje nos fizer vencer, será a bandeira da cobrança dos próximos a jogarem.

Normal. De certa forma, saudável. Revela a história que o clube constrói e a partir deste ciclo, originam-se as biografias que serão materiais nos debates pós e pré jogo. A maluquice começa quando estagnamos e ignoramos quem chega, por conta de quem se foi.

A janela de transferências é este momento. Alguns irão e outros chegarão.Não serão substitutos exatos, melhor que sejam novos potenciais ídolos. Porque cada ídolo tem sua época, os de 2008 não nos servem mais, precisamos de modelos inéditos para 2015.

O passado nos engrandece, mas por ansiarmos novas conquistas, necessitamos nos reinventar. É por um novo mesmo Manchester United que esperamos chegar. Vitorioso como antes, grande como sempre.

Por Alan Lima
www.mufcbr.com

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