» O JOGO

O derby começou com os donos da casa trocando passes e pressionando no início, logo no primeiro minuto, Bernardo Silva recebeu passe do Fernandino e chutou da entrada da área, a bola passou com muito perigo. Os citizens controlavam a partida e atacavam muito pelas laterais, assim conseguindo abrir o placar aos 11 minutos, Sterling cruzou da esquerda, a bola passou por todo mundo, sobrando para o Bernardo Silva, que cruzou para o David Silva se livrar da marcação e mandar para o fundo das redes.

A vantagem no placar não diminuiu a intensidade do City, enquanto que o United conseguia se fechar, porém tinha muita dificuldade na saída de bola, em destaque para o Herrera, que por duas vezes perdeu a bola e deu bons contra-ataques para o adversário, além do problema na criação das jogadas. Quando conseguiu equilibrar a partida e acertar a saída de bola, o United encontrava dificuldades em conseguir finalizar.

Outro fator que atrapalhava o jogo do United era a maior posse de bola do adversário, além da forte marcação e posicionamento da linha defensiva, que impediam o avanço pelas laterais ou infiltração pelo meio, era nítido que a ausência do Pogba diminuiu o poder ofensivo e criativo da equipe red devil, que não conseguiu nenhuma finalização de perigo na primeira etapa.

» SEGUNDO TEMPO

A segunda etapa deveria ser de um comportamento diferente do United, contudo os citizens marcaram o segundo gol aos 48 minutos, Agüero tabelou com Mahrez e chutou forte e cruzado, tirando qualquer chance de defesa do De Gea. Apático e perdido em campo, Mourinho colocou Lukaku no lugar do Lingard e no minuto seguinte tentou driblar o Ederson e foi derrubado pelo goleiro brasileiro, o pênalti foi marcado, Martial foi para cobrança e chutou no canto oposto ao que o Ederson pulou, aos 58 minutos.

O gol deu um certo ânimo ao United, mas aos poucos os comandados do Mourinho foram perdendo espaço em campo, voltando a serem dominados pelos adversários, que conseguiam manter mais posse de bola no campo de defesa red devil, que enfrentava uma grande dificuldade em poder segurar a boal no campo do adversário, apesar das entradas do Mata e Alexis, que naturalmente dariam mais opções de criação e movimentação.

Contudo que marcou foi o City, após quase 2 minutos de trocas de passes, Bernardo Silva cruzou, Matic ficou parado e o Gündogan, livre chutou para ampliar a vantagem adversária. Até o final do jogo, o que se viu foi um United que reflete muito bem o estilo de futebol do seu treinador, um time apático, recuado, sem saber o que fazer quando tem a bola e sofrendo gols e sem poder de reação.

Detalhes

Escalações

Manchester City: Ederson, Walker, Stones, Laporte, Mendy; Fernandinho, David Silva (Foden 92′), Bernardo Silva; Sterling, Mahrez (Sané 62′) e Agüero (Gündogan 75′)

Manchester United: De Gea, Young, Smalling, Lindelöf, Shaw; Fellaini, Matic, Herrera (Mata 73′); Martial, Lingard (Lukaku 57′) e Rashford (Alexis 73′)

Gols

Manchester City: David Silva (11′), Agüero (48′) e Gündogan (85′)
Manchester United: Martial (58′)

Cartões Amarelos

Manchester City: Bernardo Silva (33′)
Manchester United: Shaw (42′)

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